segunda-feira, 11 de junho de 2012

Realidade das Escolas Públicas Estaduais, qual o caminho para a mudança?

A realidade nas escolas públicas estaduais está cada vez pior, mas só nos damos conta quando o inesperado acontece na nossa frente.
O pior de tudo é quando escutamos que o principal problema na sala de aula são os Professores que não tem pulso com os alunos, me diz: Em que planeta estamos? Onde o problema principal é o Professor? Como podem falar isso, parece que nunca passaram por uma sala de aula, a realidade é outra, não é igual a época em que estudei, até 2006 os alunos eram outros, mais calmos, totalmente diferentes, as bagunças eram idiotas, mas não havia tanta violência, o bullying até existia, mas era diferente, não levávamos tão a sério, até lembro que por ser gordinha e ter um amigo gordinho na sala a turma ficava "Fusão Tamires e Buxão"... era muito ilário, logicamente na época ficávamos morrendo de raiva do apelidinho sem graça, mas hoje é muito legal lembrar, pois presenciei uma época em que ninguém ia para cima de ninguém, era engraçada, eramos tachados com apelidinhos bestas, mas fingíamos que não ligávamos, enfrentávamos a situação de boa.
O que venho, hoje, relatar por meio do Blog Cantinho da Educação Especial é que poderíamos mudar a realidade nas escolas públicas estaduais, mas para isso acontecer é necessário a junção "fusão" de todos que fazem parte da escola, desde o grupo de professores, dos agentes de organização e agentes de serviços escolares, da coordenação e principalmente do auxilio da direção escolar, mas às vezes entendemos que estamos sozinhos, às vezes percebo que as pessoas mudam de uma hora para a outra, mudam por liderança, é só ter um cargo a mais que esquecem o que passaram em sala de aula, e isso magoa, pois estou com 22 anos e sou formada, conheço pessoas que lecionam porque amam realmente o que fazem, mas às vezes sinto dúvidas se algumas pessoas amam realmente o que fazem ou se fazem uma interpretação para mostrar que pode ser mais do que é necessário.
Percebi que o sucesso, infelizmente sobe para a cabeça, não de todos, mas dos mais fracos.

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